segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Batendo Pernas 01 - Howth

                 Ao chegar na Irlanda tudo é novidade e tudo impressiona. E logicamente, uma das maiores vontades de qualquer um que vá visitar uma localidade nova, é bater pernas a fim e conhecer um lugar legal.
                 Nosso primeiro (e baratíssimo, cerca de €2,40 de passagem de Dart) passeio foi para a pequeníssima cidade costeira chamada Howth. Um “ovo”, diga-se de passagem. Aliás, um “ovo” de codorna diga-se em destaque. Apenas a 20 minutos do centro de Dublin.
                 Por ser nosso primeiro passeio, seria natural que ficássemos contentes com qualquer coisa, e de fato ficamos. Se é um passeio que recomendamos? Bem, se for um dos seus primeiros passeios e você não tiver nada para fazer, vale sim dar uma passadinha, afinal o seu único gasto será com a passagem de Dart. A paisagem é bonita e a cidade tem seu charminho de tamanho estilo “vilarejo”, com barquinhos devidamente ancorados em fileiras, muitas gaivotas, um farolzinho e uma bela vista na subida que circunda a encosta. Há também um castelo (tão pequeno quanto a cidade, mas para quem vem de um país que isso não existe, é um charminho), um museu (que estava fechado quando fomos) e uma igrejinha (tão fechada quanto o museu).
                 O passeio foi em grupo, uma espécie de “gangue de brasileiros” como diria a Lana (Mãe da nossa Hostfamily). Todos estudantes da Eden School.
                 Como dica vale a recomendação de ir na primavera ou verão, que são as estações em que é aberta a travessia de balsa até uma ilhota próxima (pequena mesmo). Como fomos até Howth no final do inverno, não sabemos ao certo se vale a pena essa “travessia”, mas com dias mais ensolarados, sem sombra de dúvidas a cidadezinha deve ficar mais interessante e movimentada, mesmo porque é a época em que as focas vêm à costa e você pode alimentá-las.
                 As fotos abaixo ilustram um pouco do que você pode apreciar na cidade, mas nada além do que se vê nas fotos.


A cidade é um "ovo", um "ovo de codorna", um ovinho morno, mas charmoso.
Aos finais de semana nos parques e na praia, é comum ver cães e
seus donos dando uma voltinha e brincando de buscar a bolinha.
Diego pensando na morte da bezerra.
Douglas e Diego
Homens tocando por moedas, o que é bastante comum por aqui.
Da esquerda para direita: Diego, Douglas, Jonas, Bianca, Bibiana, Zélia, Roberto e Raisa.
 Uma "gangue" brasileira de paulistas, mineiros, gaúchas e pernambucanos.

Resultado de jogar pedacinhos de pão para um único corvo.
Agora compreendo as gaivotas do filme "Procurando Nemo": - Meu! Meu! Meu!

Vista em meio a subida da encosta.
Ilhota que pode ser visitada na primavera/verão, quando é aberta a travessia de balsa.

Homem pescando.

Sempre tem uma (ou duas) perdidas.

Placa com dragão esculpido. Segundo crença, os arredores
do castelo eram protegidos por essa criatura.
Bia expondo sua veia esportiva em campo de golfe ao lado do castelo.
Igrejinha próximo ao castelo.
Detalhe de porta dos fundos da igreja, que ainda conserva
puxador e fechaduras originais de centenas de anos de idade.
               

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