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segunda-feira, 14 de março de 2011

Batendo Pernas 04 - Bray

               Certo final de semana decidimos ir a Bray. Para fazer o que?  Honestamente não sabíamos no momento que decidimos.
               Bray é parecido com a pequenina cidade de Howth. Uma cidade litorânea, tranquila e sem muito o que fazer. Para ir para lá? Dart logicamente.
               Ao contrário da infinita areia a que estamos acostumados, a praia de Bray é estreita e boa parte coberta por pedras arredondadas e lisas. Há também um parque de diversões ao longo da costa. Brinquedos para os pequenos e até para os adultos. O Jonas, Roberto, Raisa, Bibi e Bia foram em um dos brinquedos por lá. Eu? Não. Tenho estômago pra lá de fresco para esse tipo de coisa e vomitaria na primeira volta. Nojento imaginar, mas seria ainda mais se fosse registrado em fotos. O Diego? Ah ele não conta nas coisas que envolvem altura. Na roda gigante já foi um terror, imagine em um brinquedo doido.
              Ali perto há um morro com um grande crucifixo no topo. Não subimos até lá, pois após uma caminhada pela areia a maioria de nós estava com vontade de ir ao banheiro, e teríamos que caminhar para direção contrária do morro. Resumo da ópera: fica para próxima!
              Há também um aquário da vida marinha por lá, mas estava fechado. Uma pena, pois adoraria ver o polvo gigante que tem lá.
              E lá pela primeira vez comemos o famosíssimo “Fish and Chips”, ou em português: peixe com fritas. Uma delícia! Peixe empanado com uma massa fininha, suave e crocante com batatas fritas, vinagre e sal (opcional). Só experimentando para descrever. Aliás a empolgação era tanta que nem fotos nós tiramos. Pois é, acho que seremos “forçados” a voltar lá para tirar algumas fotos.

Cena de família passeando na praia vista da janela do Dart
Estação de Bray
Diego e Jonas admirando a vitrine da loja de Paintball
A minúscula cidade de Bray
Os brinquedos ainda estavam vazios pela manhã
Detalhe das pedras da praia. Versão pobrezinha do wallpaper do Windows.
Apesar da água congelante, uma moça tirou os tênis e molhou as canelas.
Ficamos aterrorizados demais para lembrar de bater uma foto.
Muitos cães são vistos passeando com seus donos. E quando o "totó" faz cocô, todo mundo recolhe.
Morro cabeludo
Ser ou não ser, eis a questão
Detesto sair em fotos, mas essa até que não ficou assim tão degradante
Algumas árvores começaram a florescer já no finalzinho do inverno
Brinquedo que não arriscamos a ir
Dava voltas e parava de ponta cabeça rodando

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Batendo Pernas 01 - Howth

                 Ao chegar na Irlanda tudo é novidade e tudo impressiona. E logicamente, uma das maiores vontades de qualquer um que vá visitar uma localidade nova, é bater pernas a fim e conhecer um lugar legal.
                 Nosso primeiro (e baratíssimo, cerca de €2,40 de passagem de Dart) passeio foi para a pequeníssima cidade costeira chamada Howth. Um “ovo”, diga-se de passagem. Aliás, um “ovo” de codorna diga-se em destaque. Apenas a 20 minutos do centro de Dublin.
                 Por ser nosso primeiro passeio, seria natural que ficássemos contentes com qualquer coisa, e de fato ficamos. Se é um passeio que recomendamos? Bem, se for um dos seus primeiros passeios e você não tiver nada para fazer, vale sim dar uma passadinha, afinal o seu único gasto será com a passagem de Dart. A paisagem é bonita e a cidade tem seu charminho de tamanho estilo “vilarejo”, com barquinhos devidamente ancorados em fileiras, muitas gaivotas, um farolzinho e uma bela vista na subida que circunda a encosta. Há também um castelo (tão pequeno quanto a cidade, mas para quem vem de um país que isso não existe, é um charminho), um museu (que estava fechado quando fomos) e uma igrejinha (tão fechada quanto o museu).
                 O passeio foi em grupo, uma espécie de “gangue de brasileiros” como diria a Lana (Mãe da nossa Hostfamily). Todos estudantes da Eden School.
                 Como dica vale a recomendação de ir na primavera ou verão, que são as estações em que é aberta a travessia de balsa até uma ilhota próxima (pequena mesmo). Como fomos até Howth no final do inverno, não sabemos ao certo se vale a pena essa “travessia”, mas com dias mais ensolarados, sem sombra de dúvidas a cidadezinha deve ficar mais interessante e movimentada, mesmo porque é a época em que as focas vêm à costa e você pode alimentá-las.
                 As fotos abaixo ilustram um pouco do que você pode apreciar na cidade, mas nada além do que se vê nas fotos.


A cidade é um "ovo", um "ovo de codorna", um ovinho morno, mas charmoso.
Aos finais de semana nos parques e na praia, é comum ver cães e
seus donos dando uma voltinha e brincando de buscar a bolinha.
Diego pensando na morte da bezerra.
Douglas e Diego
Homens tocando por moedas, o que é bastante comum por aqui.
Da esquerda para direita: Diego, Douglas, Jonas, Bianca, Bibiana, Zélia, Roberto e Raisa.
 Uma "gangue" brasileira de paulistas, mineiros, gaúchas e pernambucanos.

Resultado de jogar pedacinhos de pão para um único corvo.
Agora compreendo as gaivotas do filme "Procurando Nemo": - Meu! Meu! Meu!

Vista em meio a subida da encosta.
Ilhota que pode ser visitada na primavera/verão, quando é aberta a travessia de balsa.

Homem pescando.

Sempre tem uma (ou duas) perdidas.

Placa com dragão esculpido. Segundo crença, os arredores
do castelo eram protegidos por essa criatura.
Bia expondo sua veia esportiva em campo de golfe ao lado do castelo.
Igrejinha próximo ao castelo.
Detalhe de porta dos fundos da igreja, que ainda conserva
puxador e fechaduras originais de centenas de anos de idade.