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domingo, 5 de junho de 2011

100º Red Bull Flugtag

                        Sim, fomos ao evento da Red Bull. O famosíssimo Red Bull Flugtag. Para quem não tem idéia do que se trata o evento, vamos a simplificação: você e seus amigos se increvem como competidores do evento em que o objetivo é que você construa e traga um "veículo" que tenha estética atraente e criativa e que fique no ar o máximo de tempo possível, percorrendo a maior distância antes de cair inevitavelmente na água.
                    O evento foi em Dun Laoghaire e por ser de graça, em um sábado e perto de Dublin, logo imaginamos que estaria movimentado.
                    Acordamos cedo, e pegamos o Dart até a estação de mesmo nome. Impressionante que ao chegar no destino, todos (sim, to-dos) desceram dos vagões. Jovens, crianças, famílias, turmas inteiras estavam ali para ver o evento. Uma multidão que nem imaginávamos que iria se multiplicar (e muito) mais tarde.
                   O sol estava gostoso mas o vento estava impossível. Era como se o dono do tempo ligasse a turbina e um grande avião, dificultando até andar contra ele. Entramos em uma fila esperando que os portões para a área destinada para a multidão fossem abertos. E como eu já mencionei antes, nós brasileiros somos uma verdadeira "praga" neste país. Para onde você virasse havia um, dois, três, vinte conterrâneos. Chega a ser estranho estar ali.
Finalmente os portões foram abertos e todos andavam apressados para conseguir um lugar privilegiado. O Jonas e o Diego literalmente correram. Eu, na melhor ilustração do ditado "onde a vaca vai o boi vai atrás", corri para não me perder.
                  Posicionados, todos esperavam o início do evento ao som alto de Guns and Roses, Prodge, Foo Fighters, Nirvana e outros. E justamente por conta do vento forte, foi anunciado que o início seria daqui 1h30. Todos desanimaram, pois tinham ciência de que se saíssem de onde estavam, não voltariam mais para lugares tão bons. Neste meio tempo, chegavam mais e mais pessoas, até que o lugar ficou tomado por milhares de cabecinhas curiosas.
                 Finalmente o evento começou e o homem do tempo quis sacanear a todos novamente fazendo garoar. Mas o homem do tempo tinha uma carta melhor na manga, ou melhor, na nuvem, e fez o sol ir embora, ficar frio, ventar gelado e chover. O verdadeiro "trol" meteorológico!
                Como eu estava com uma blusa bem quentinha, não sentia frio algum mesmo estando grudada na grade sem ninguém a minha frente, mas logo o Diego me chamou e disse que todos queriam embora por conta do frio. Só eu tinha ido com uma blusa para frio mais intenso, o restante da turma estava congelando com o rosto duro. Não tivemos escolha a não ser ir embora somente com cerca de uma dúzia de fotos para casa. Uma pena, mas quem sabe na próxima vez, quando todos lembrarem de ir bem agasalhados.
Para ver mais fotos do evento entre no site oficial do evento aqui.

Organizadores do evento acertam detalhes finais antes do início do evento.
Está vendo milhares de pontinhos? São milhares de cabecinhas assistindo ao evento.
Nenhum guarda chuva é páreo para o vento que estava.
Crianças brincam com os livretos informativo do evento.
Nele as pessoas escolhiam a nota para a performance de cada participante.

domingo, 20 de março de 2011

Batendo Pernas 05 - Malahide

          Pegue o Dart com destino a estação de Malahide e você chegará em mais uma minúscula cidade também no litoral.
            Mas o litoral não é o destaque aqui. O lugar de interesse nosso era o Castelo de Malahide.
            Perto da estação do Dart se encontra um parque, que atravessando-o você chega ao castelo, que pode ser visitado e para subir para os andares superiores tem uma pequena taxa de €6,00 (estudante).
            Ao chegar no parque você irá caminhar seguindo sempre em frente. Logo há uma espécie de bosque. Muito bonito por sinal, como aqueles cenários de filmes de suspense antigos.
            O castelo não é grande, mas tem seu charme. Afinal de contas, ao olhar para os móveis e objetos e ter ciência que tem mais de 700 anos é interessante. O castelo pertencia à família Talbot, posteriormente foi vendida a outras pessoas e agora virou museu.  O passeio pelos andares superiores é informativo, com áudio explicativo em quase todos os ambientes acompanhado de uma cartilha, disponível inclusive em português, para acompanhar o que está sendo explicado.
            Ali perto há também um museu de trens em miniatura, mas na ocasião estava fechado. Uma pena.
            Após a rápida visita ao castelo, decidimos andar pela cidadezinha para ver se havia mais alguma coisa interessante. Andamos um pouco, descemos uma rua e chegamos na  "praia". Praia é forma de falar. Lá muitas algas e algumas tranqueiras jogadas na areia, barcos atracados e pai e filho sentados em um pier velho tomando lanche e conversando.
           Encerramos por aí nosso passeio e voltamos à Dublin.
Acho que todo mundo tem vontade de fazer isso com folhas secas.
Parques são sinônimos de crianças, famílias e bichinhos de estimação.
Run Bibi! Run!
Cadê o passarinho?
Parquinho dentro do parque.
Bibi no escorregador monstro.
Castelo de Malahide.
Observe a placa em cima da mesa. Sim, era proibido tirar fotos ou filmar.
Mas o Diego se encarregou das fotos que não deveriam ser tiradas.
Todas as fotos dentro do castelo são da autoria dele.
E o Diego não era o único que fingiu que não entendeu a plaquinha.
Parece quarto de casa de filme de terror.
Você consegue ver alguma diferença entre as fotos?
Onde está o pasarinho novamente?
Pai e filho tomando lanche em pier velho.